Congresso Internacional de Cardiologia reuniu especialistas de nove países


13/03/2017

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz realizou, entre os dias 8 e 11 de março, o I Congresso Internacional Brasil-Alemanha de Cardiologia. Coordenado pelo Centro de Cardiologia, o evento contou com 30 conferencistas, de nove países, que debateram os principais avanços na cardiologia clínica e cirúrgica.

Na cerimônia de abertura, Paulo Vasconcellos Bastian, CEO do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ressaltou o papel da instituição como referência em saúde de alta complexidade e a intensificação nos investimentos voltados à realização de estudos científicos e em eventos que estimulem a geração de conhecimentos e o compartilhamento de práticas.

Ainda durante a abertura do evento, Dr. Marco Aurélio Magalhães, presidente do Congresso e Coordenador do Centro de Cardiologia e da Hemodinâmica, ressaltou a importância da ampliação do diálogo entre cardiologistas clínicos, intervencionistas e cirurgiões cardíacos para proporcionar o melhor tratamento para cada paciente. “Encontros como esse têm o objetivo de favorecer a troca de experiências e proporcionar o aprendizado continuo que nossa profissão requer.”

Para o presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, Dr. Ibraim Masciarelli Francisco Pinto, a realização do Congresso reforçou o papel de destaque que o Hospital vem conquistando na prática da cardiologia. “Produzir e compartilhar conhecimentos é o que faz com que a prática médica evolua sempre mais.” Dr. Ibrahim também comentou que acredita que o futuro da cardiologia deverá estar focado em dois pilares: na prevenção e promoção da saúde e na criação de ferramentas que auxiliem o profissional a avaliar quais terapias e procedimentos podem trazer mais resultados a cada paciente, individualmente. 

Na opinião do Dr. Marcus Bolívar Malachias, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, é preciso ampliar as discussões sobre como reverter o dado alarmante que aponta que cerca de mil pessoas morrem, por dia, no Brasil, de doenças cardiovasculares. “Hoje, com todos os recursos que temos, poderíamos evitar metade dessas mortes. Mas uma série de fatores interfere nesse cenário, como a dificuldade de acesso e adesão aos tratamentos e também a falta de conscientização sobre o autocuidado. Muitas vezes, o paciente não segue as recomendações médicas e não entende que a doença cardiovascular é uma doença crônica que precisa ser tratada pelo resto da vida. Nos reunimos aqui não só para discutir questões científicas, mas também para colocarmos em pauta a questão do acesso ao tratamento.”

O I Congresso Internacional Brasil-Alemanha de Cardiologia debateu temas como cardiologia clínica, cirurgia e imagem cardiovascular, insuficiência cardíaca e cardiologia intervencionista e reuniu cerca de 226 participantes.​ 

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